Neste dia a aula da professora
Gina foi sobre Projeto Didático. Ela nos informou sobre o conceito, as
características e os objetivos de um projeto didático, além de nos informar
sobre o desenvolvimento do nosso projeto da escola onde iremos realizar nosso
estágio.
O Projeto Didático, segundo Jolibert
(1994), “umprojeto se constitui em um
trabalho no sentido de resolver um problema, explorar uma ideia ou construir um
produto que se tenha planejado ou imaginado. O produto de um projeto deverá ter
necessariamente significado para quem o executa.”
Ou seja, o Projeto Didático é a organização e
planejamentos de conteúdos, que venham achar soluções para situações problemas,
fazendo com que os alunos sejam mais participativos no processo de construção
do aprendizado, alunos atuantes/pesquisadores e não alunos passivos, o
professor passa à atuar como um mediador no processo de aprendizagem do aluno.
O produto final do trabalho deve ser exposto para que seja apreciado pela
escola, dando mais sentido as práticas escolares.
Mas porque é importante trabalhar
com Projeto Didático?
Porque a problemática que vai ser trabalhada confere com a realidade da escola ou melhor dizer da comunidade escolar, nada é distante da realidade deles;
Prever o conhecimento como real interventor da realidade;
As ações e conhecimentos necessários para tais intervenções são discutidas em sala entre os alunos e os professores;
A aprendizagem decorre em todo o processo de formação do projeto e não traz apenas conteúdos didáticos, mas todo o conhecimento prévio do aluno;
Exige do aluno uma nova postura, responsabilidade, cooperação etc;
O professor passa a intervir no processo de
aprendizagem de forma diferenciada, criando situações problematizadoras,
introduzindo novas informações dando condições que eles avancem no processo de
aprendizagem.
Então como vemos o projeto é algo
muito interessante a ser aplicado, porque favorece uma mudança geral no
processo de ensino/aprendizado, contribuindo para muitos benefícios
principalmente para os alunos como: aumentando a participação dos alunos,
diminuindo a evasão escolar, estimula a aprendizagem corporativa, ganhos
acadêmicos superiores aos tidos tradicionais, aumento do profissionalismo,
dentre outras. Logo após a explicação a
professora Gina, pediu para que desenvolvêssemos a ideia do nosso projeto
escrevesse numa folha e entregasse a ela.
O projeto que irei desenvolver
com os alunos do 6º ano B, será com a utilização de músicas, pensei na música,
porque devido à má estrutura física da escola, não tenho como trabalhar o
listening com os alunos, então o projeto vem como quebra dessa deficiência, pois
será realizado na sala de multimídia da escola.
Então o tema principal do projeto
é o bullying retratado nas músicas inglesas, os alunos irão selecionar músicas
em inglês que combatem, denunciam o bullying e iram apresentar, além de
entregar um trabalho escrito e uma exposição no final na escola para que todos
possam ver e tomar conhecimento dessas informações.
Mais adiante irei publicar o projeto, aqui no blog.
Quando começamos a dar aula,
vemos o quanto é importante nos programar, nos organizar antes de entrar na
sala de aula. Chegar numa sala sem ter organizado os assuntos, as atividades, é
quase certo que a aula não vai “render”.
Nesse momento que vemos a
importância dos Planos de Aula, e neste dia a professora Gina nos fez relembrar
da importância do P.L e dos pontos importantes que o mesmo deve conter.
Objetivos;
Competências; Conteúdo programático ou eixo temático; Metodologia; Ação Didática; Habilidades; Avaliação; Bibliografia.
De posse desses itens, com certeza farei ótimos
Planos de Aula.
Iniciamos as aulas de estágio com
a professora Gina apresentando a disciplina, através do cronograma e da ementa,
explicando como iriamos desenvolver o estágio durante esse primeiro semestre. A
professora também nos aconselhou a ver logo a escola onde iriamos fazer o estágio,
o quanto antes para não termos surpresas em abril.
Logo depois, ela nos apresentou o
novo TCE – Termo de Compromisso do Estágio e pediu para a líder da sala, passar
uma lista para acolher nossas assinaturas para emissão da apólice do seguro.
Após essas explicações, iniciamos
a aula com um vídeo muito interessante do Charlie Brown sobre notas vejamos
abaixo:
É bem assim, a nota é algo que
realmente preocupa nós alunos, porém não deve ser o alvo do estudo.
O que devemos ter em mente é o aprendizado, as notas passam, porém, o
aprendizado não, ele fica e fica para sempre.
É esse tipo de mentalidade que
nós futuros professores temos que passar para nossos alunos, o valor da
aprendizagem.
A professora Gina disse logo a gente que a aula hoje seria
cheia de informações, “Vamos lá a noite é uma criança”!
Neste momento da aula a
professora Gina, levou para nós algumas fabulas de animais para podermos
refletirmos sobre o papel de todos, estudantes, professores, diretores e
comunidade, junto a escola. Os tempos são outros e a escola, que é formada por
pessoas, não pode ser fechada ou trancada em modelos antigos e sem muito
aproveitamento.
Levando para nós professores,
temos que saber que cada aluno possui habilidades, e procurar identifica-las
para podermos utilizar métodos que melhor se enquadre na sala de aula, um
exemplo, seria o trabalho em grupo, pois cada aluno que compõe o grupo vai
participar utilizando suas habilidades transformando o processo de ensino/aprendizagem
bem mais eficaz e harmônico, fazendo com que todos os agentes participantes
saiam ganhando.
Dando continuidade aula a pró Gina nos trouxe um tema muito
importante e creio que muitos terminam não dando uma certa atenção, é sobre a Escola e Currículo Didático.
A humanidade hoje, vive num contraponto
entre duas sociedades: a sociedade
disciplinar, que resume tudo entre certo ou errado, tem que seguir aos
modelos estabelecidos, ou seja, voltada para formação de especialistas. Temos
também a sociedade de desempenho,
que visa a produtividade, é saber falar em público, saber negociar, é dar conta
de várias demandas.
Essa “pressão” por resultados vem
gerando no decorrer dos tempos uma sociedade depressiva, ansiosa, angustiada, e
nossos alunos não estão fora desse contexto, eles estão pressionados a dar
resultados, são as ditas metas. Mas é possível esquecer tudo isso que acabamos
de falar e ser feliz nas escolas?
Vejamos o vídeo Felicidade é aqui
e agora de Clóvis Barros Filho.
Onde há vida, ali está a
felicidade.É através dessa concepção
que nós professores temos que ter para levar para sala de aula. Não existe
escola perfeita, mas podemos mudar esse modelo que a maioria das
escolas/professores adotam, talvez não consigamos mudar toda a escola, mas se
levarmos a sério alguns alunos poderão sim mudar, cabe apenas a nós queremos plantar
essa semente.
A escola hoje transita entre a
sociedade disciplinar e a sociedade de desempenho, então o que pode ser feito
para tornar essa escola possível? Ser positivo, ser um agente de transformação
social, utilizar da estratégia da máquina simbólica (nada mais é do que o
professor, se tornar marcante na vida do aluno, algo como inspiração), ter
afeto. Esta última é de suma importância, pois não basta para nós professores
sermos cheios de títulos, precisamos ser afetivos para nossos alunos.
E quais seriam os novos desafios
da escola? O grande desafio da escola nos dias de hoje, é o desafio da
reinvenção. É está sempre em busca de novos modelos de ensino, nunca fique
repetindo a mesma aula, procure trazer coisas novas, aprender com os erros e
acertos de nossos colegas professores para desenvolver melhor as nossas aulas,
ou seja, participar das redes de cooperação e com isso partilhar novas ideias
de sucesso ou não.
Depois dessas explanações sobre a
escola a professora Gina, nos trouxe a metáfora da luz, da luz do conhecimento,
da sabedoria, da criatividade, mostrando o quanto é importante o conhecimento e
a vontade de fazer, tudo podemos fazer basta querer.
Esse dia de aula foi cheio mesmo de
informações e a professora Gina, também abordou sobre o assunto Currículo
Didático.
O currículo didático, possui vários
sentidos, dependendo muito da concepção de educação da escola. Então o
currículo refere-se não apenas ao conteúdo programático de um assunto, mas sim
do programa total de uma escola. O currículo deve buscar atender ao máximo das
habilidades dos alunos e por esta razão deve ser revisado sempre. Não é fácil
fazer um currículo que atenda a todos, mas temos que chegar o máximo que
pudermos. Um tipo de currículo que é muito importante é o oculto. É tudo aquilo
que os alunos aprendem que não está no planejamento, mas é de suma importância,
exemplos de temáticas é cidadania, solidariedade, violência.
Tem também o currículo real e o
oficial que é aquele que está regulamentado no papel. Já o real é o que se faz
na pratica do dia a dia, em conjunto com o oficial, exemplo, adversidade
religiosa.
Por fim a professora pediu que
lêssemos um material sobre currículo didático e que apresentássemos, dividiu o
material em tópicos, ficando eu e minha equipe com o tema: Conceitos Básicos de
Currículo.
Trabalho sobre currículo:
Conceitos Básicos
Currículo corresponde a um
conjunto de ações a serem desenvolvidas em prol do desenvolvimento do
ensino/aprendizado escolar, mas para se colocar em prática e atingir os
objetivos deve-se levar em consideração as condições reais no qual o projeto
vai ser realizado, exemplo, a estrutura escolar, a realidade da comunidade em
volta da escola, etc.
Neste século há duas vertentes do
campo do currículo a construção de modelos de desenvolvimento curricular, e na
compreensão do currículo escolar como espaço conflitivo de interesses e
culturas diversas.
Modelos de desenvolvimento
curricular
Nesse texto, Ralph Tyler se
propõe a “desenvolver uma base racional para considerar, analisar e interpretar
o currículo e o programa de ensino de uma instituição educacional”. A base
racional proposta pelo autor centra-se em quatro questões fundamentais que, uma
vez respondidas, permitem a elaboração de qualquer currículo ou plano de
ensino:
Que objetivos educacionais deve a
escola procurar atingir?
Que experiências educacionais
podem ser oferecidas que tenham probabilidade de alcançar esses propósitos?
Como organizar eficientemente
essas experiências educacionais?
Como podemos ter certeza de que
esses objetivos estão sendo alcançados?
A primeira pergunta de Tyler
encaminha a resposta aos dois primeiros elementos dessa estrutura: objetivos e
conteúdo; a segunda e a terceira nos permitem definir orientações didáticas e
ordená-las seguindo os princípios de coerência horizontal e vertical; e a
quarta, aponta para os procedimentos de avaliação dos programas implementados.
O modelo curricular sobre o qual se assentam os PCN foi elaborado pelo
psicólogo espanhol Cesar Coll e tem uma lógica muito próxima das preocupações
de Tyler.
Para Coll, a elaboração
curricular deve ter em conta a análise da realidade, operada com referenciais
específicos:
·sócio-antropológico, que considera os diferentes
aspectos da realidade social em que o currículo será aplicado;
·psicológica, que se volta para o desenvolvimento
cognitivo do aluno;
·epistemológica, que se fixa nas características
próprias das diversas áreas do saber tratadas pelo currículo;
·pedagógica, que se apropria do conhecimento
gerado na sala de aula em experiências prévias.
Observa-se que, para cada área
curricular, Coll propõe que sejam definidos objetivos finais, blocos de
conteúdo e orientações didáticas para as atividades de ensino e avaliação.
Segundo Coll, os níveis de
concretização são níveis decisórios acerca das questões curriculares. Assim:
O 1º nível de
concretização é aquele em que são definidos desde os objetivos gerais do
ciclo até as orientações didáticas para os professores, passando pela definição
de áreas, pela formulação de objetivos para essas áreas e pela seleção dos conteúdos
de cada área por ciclo.
O 2º nível de
concretização diz respeito
à temporalização e sequenciarão dos aprendizados ao longo
do ciclo. Uma vez que os objetivos tenham sido distribuídos no tempo, os
conteúdos selecionados devem ser analisados e sequenciados, de acordo com
os seguintes passos estabelecidos por Coll:
1º - identificação dos principais
componentes dos blocos de conteúdos;
2º - análise das relações entre
os componentes e estabelecimento de estruturas de conteúdos;
3º - estabelecimento da sequenciação
com base nas relações e estruturas estabelecidas.
O 3º nível de
concretização diz respeito aos “diferentes programas de ação didática em
função das características concretas das diversas situações educativas”.
Para
Coll, conteúdos são “o conjunto de formas culturais e de saberes
selecionados para integrar as diferentes áreas curriculares em função dos
objetivos gerais da área”. Para selecionar os conteúdos, deve-se buscar
responder à seguinte questão: Que conteúdos devem ser levados em conta na área curricular
determinada para que o aluno adquira, no final do ciclo, as capacidades
estipuladas pelos objetivos gerais da área?
O conjunto de conteúdos assim
selecionados pode ser subdividido em:
a) fatos discretos, conceitos e
princípios;
b) procedimentos;
c) valores, normas e atitudes.
Acompanhando a listagem de
conteúdos e os objetivos de cada área, o projeto curricular deve apresentar um
resumo das opções didáticas e metodológicas, assim como os procedimentos para a
avaliação da consecução dos objetivos gerais das áreas por ciclo. No caso do
modelo proposto pelo autor, esses procedimentos de avaliação devem seguir os
princípios do construtivismo, opção pedagógica assumida por Coll.
Começou o estagio de regência de Língua Inglesa, porém antes de começar a contar das novas experiências vividas na escola, vamos começar a relatar como foram as aulas na Unijorge, com a Professora Gina. Estágio propriamente dito só em abril.
Dia
29 de novembro, foi o encerramento do estágio de observação na Escola Classe
IV. Foram 12h observadas, no 6º ano turma D, meninos e meninas de
aproximadamente 11 anos de idade.
O
estágio supervisionado I, a meu ver é de suma importância, pois é o “divisor de
águas” dos estagiários. É neste momento único que você reflete se é esse o
caminho que você quer seguir para sua vida profissional.
O
estágio consistiu num período de aprendizado, com a professora, com os alunos,
com a própria instituição no que tange ao seu funcionamento, os funcionários
tudo foi valido!
Eis
o relato:
As
aulas ministradas pela professora que foi observada, os alunos não gostavam,
mas não pelo fato dela não dominar a matéria, mas por questão de postura
profissional e metodologia de trabalho acadêmica. As aulas foram monótonas,
maçantes tipo método AGT – Gramática Tradução, só fazia exercícios no quadro e
corrigia, às vezes passava alguns exercícios para casa. Não fez uma atividade
lúdica, a exemplo, doHalloweenuma oportunidade incrível para falar
da cultura dos países anglófonos, não foi feito absolutamente nada. Achei isso
um absurdo!
Sendo
eles, os alunos, pré-adolescentes geração “hi-tech”, que não aguenta ficar
olhando para um quadro com frases soltas, destacando verbos, pronomes, ou lendo
textos sem sentido algum para eles, a professora deveria buscar
métodos/estratégias para conquistar esses alunos, facilitando assim o processo
de ensino/aprendizado, e não afasta-los cada vez mais com métodos maçantes e
desmotivadores, ainda mais quando se trata de uma língua que não é a materna do
estudante, tornando extremamente necessário para o professor a aplicabilidade
de métodos que venham estimular o aprendizado. Isso realmente eu não consegui
observar.
Portanto,
conclui-se que o professor deve ser inovador, como vimos na palestra do
educador Mário Sérgio Cortella –Qual
a postura ideal do professor, o educador deve sempre está
estudando/aprendendo buscando desenvolver métodos e estratégias embasadas nas
teorias acadêmicas, mas também em depoimentos de colegas onde tiveram
experiências em sala de aula que deram certo, ouvindo os próprios alunos
através do compartilhamento dos saberes e aplica-las para com isso, ser um
agente formador de futuros cidadãos.
No dia 29/11, foi um dia bem agitado, pois foi o
último dia de estágio supervisionado de observação na Escola Carneiro Ribeiro –
Classe IV, o último dia da entrega do relatório de estagio, e também retornamos
a UNIJORGE para apresentação de nossos seminários. Vejamos os temas dos
seminários;
Equipe 1: Orientações
curriculares para o ensino Médio - LEM (OCEM, PCNEMs, PCNEM+)
·A
equipe apresentou muito bem o temos, nos mostrado que uma das orientações
curriculares para o ensino Médio focaliza na leitura focaliza a leitura,
a pratica de escrita e a comunicação oral contextualizada.
Equipe 2: Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) – Parâmetros
Fundamentais em LEM
·Foi
bem interessante, pois foi feito pela equipe um apanhado, um contexto histórico
do ensino de LEM no ensino médio. Falou sobre a Lei 4.024/61, falando sobre a
descentralização do ensino. A Lei 5.692/71 distinguido o ensino fundamental do
médio, da resolução 3.55/2004. Também a Lei 9.394/1996.
Val e Elen deram um show a parte de conhecimento e
irreverência!
Equipe 3: Competências e Habilidades no ensino de LEM
Muito
importante saber os conceitos tanto de habilidade quanto competência, até mesmo
para saber distinguir algo que para mim era sinônimo, mas não é existem
especificidades e nós como professores temos que estar atentos, para podermos
desenvolver nos nossos alunos as suas habilidades e competências.
·Competências
– mobilizar um conjunto de habilidades para resolver uma situação complexa.
Esta sempre associada a uma função especifica: ser professor...
·Habilidades
– fazer algo específico isto é, uma ação física ou mental: analisar, aplicar,
identificar...
Equipe 4:
Leitura em LEM (Estratégia e Estudo de Gêneros)
Esta foi
a minha apresentação juntamente com minha colega Thais Regina (https://thaisreginaporto.wordpress.com/), sobre as estratégia de leitura em LEM,
isso REALMENTE FUNCIONA!, Sou a prova viva. A utilização das estratégias de
leitura é extremante importante, para subsidiar o aluno que não possui o
domínio de uma língua estrangeira o entendimento de um texto. As principais
estratégia de litura em LEM são: Skimming, Inferência, Scanning, Detailed
Reading, Uso de Discionarios, Palavras Cognatas e os Falsos Cognatos.
Equipe 5:
Currículo e Avaliação em LEM
No âmbito
da LBD, ( Lei de diretrizes e bases da educação) as línguas estrangeiras modernas
recuperaram de alguma forma a
importância que muito tempo lhe foram negada, pois, foi considerada
muitas vezes disciplinas de pouca relevância, para o currículo do aluno. Mas
agora, ela adquire a importância da mesma forma que outras matérias, como
português, para a formação do individuo.
Realmente,
diante do mundo tão globalizado que vivemos a Língua Estrangeira,
principalmente o inglês, abre um leque de oportunidade para o aluno, tanto
econômica/financeira, como cultural e por esta razão merece ser levada a serio.
No dia 22 de novembro eu e a minha turma de Letras do 6º ano, iriamos apresentar seminários sobre LEM - Língua Estrangeira Moderna. Ocorre que devido um imprevisto, foi adiado para o dia 29 de novembro. Eu e Thais somos a equipe 5. Vamos aos temas:
Equipe 1: Orientações curriculares para o ensino Médio - LEM (OCEM, PCNEMs, PCNEM+); Equipe 2: Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) - LEM; Equipe 3: Competências e Habilidades no ensino de LEM; Equipe 4: Leitura em LEM (Estratégia e Estudo de Gêneros). Equipe 5: Currículo e Avaliação em LEM;